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	<title>Sibyllinu</title>
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	<description>Vícios e virtudes,... Palavras d'um mundo caduco.</description>
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		<title>Sibyllinu</title>
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		<title>A Mudança Demudada</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 19:52:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sibyllinu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[A fila no pagamento. Às contas, a fila no caixa do supermercado, a fila, à espera de ser o próximo, mesmo sendo o próximo; sempre haverá fila. Então, seremos amantes das filas e, seguiremos essas letras na espera de chegarem à sua vez. Como sempre, sempre o próximo. Às vezes, poucas, porque se fosse constantemente, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sibyllinu.wordpress.com&amp;blog=4816824&amp;post=220&amp;subd=sibyllinu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000000;">A fila no pagamento. Às contas, a fila no caixa do supermercado, a fila, à espera de ser o próximo, mesmo sendo o próximo; sempre haverá fila. Então, seremos amantes das filas e, seguiremos essas letras na espera de chegarem à sua vez. Como sempre, sempre o próximo. Às vezes, poucas, porque se fosse constantemente, acreditarei ter mudado o mundo, toda vez que penso no sentido dê mudança.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000000;">É tão bela como à beleza individualista de cada corpo, com seu admirador, esteja de óculos ou não, não importa! À mudança também veste óculos. Ó, não haveria de ser qualquer tipo, veste e sustenta, no designer e na marca, tais reverencias de mudança, velhos e banais conceitos de mudar o mundo. Opa! Começaremos pelo inicio, visitaremos por assim entender, porém, humana aquém me dei por satisfazer tais desejos, escrever.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong>Bem vindo ao mundo fantástico. Dessa fabrica falida, dessa idéia que vê e participas, nem na outrora, diga visitador! Pensasse ser assim, uma fabrica de pensamento. Agora julgasse estar falando de mim mesmo, quando digo; </strong>fábrica de pensamentos?<strong> Não me faças passar por hipócrita meu caro visitador. Destaco essa </strong>fábrica de pensamento<strong> em nosso conceito de mudança, desse significado demudado do que hoje buscamos.  Nesses corredores do pensamento nos deparamos com as mais diversas formas de convívio, é tão bela essa forma conceitual de convívio social, que nem me julgo hipócrita em morar e visitar tais idéias, afinal de contas, eu mudo o mundo; toda vez que visito tais pensamentos.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000000;">Pensa comigo. Daqui onde podemos avistar a rotina do planeta, e vê à face trabalhadora da existência, ver os erros e acertos, às calúnias e às vitórias, presenciar de toda existência como observador, e daqui, observar essa fábrica de pensamentos, podemos pensar, quais dessas idéias que em linha de produção, iremos aprimorar, reutilizando-as no convívio social. Ah! Bela às são, passam entre milhões de humanos que visitam essa fábrica esplendorosa, e nas filas de produções, às maquinas tecnológicas produzem mecanicamente, funcionam perfeitamente, e me assombro com tais mecanismos psicólogos que são as engrenagens, dessa maravilha mecânica do desenvolvimento filosófico.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000000;">Por essas engrenagens vimos o óleo e à graxa, nas quais às engrenagens precisam para ser funcionais a um sistema de produção. É como se, cada uma, tivesse à obrigação e o dever de não deixar morrer o sentido filosófico de mudança, sendo esse sentido &#8220;filosófico&#8221; à busca na conscientização de um convívio, que muitas e por muitos, acaba sendo às graxas de um pensamento ruído naturalmente no decorrer dos anos. Mas, não iremos nós, pessoas de brilho e de pudor, criação de algum Deus, e por assim, Deus irmão do senso pagão, nosso semelhante de criação.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000000;">Hoje percebemos uma busca. Ou melhor, séria um frenesi, que comove e move às massas, e se essas ainda alimentassem o &#8220;povo&#8221;, seriam bem vindas no estomago. Mais, às massas humanas de conceitos de mudanças reformulam suas idéias no caos que é consciente a todos. O convívio extenuado do senso humano. Provoca no intimo um desejo nobre, um desejo prostituído de atingir-se um grau de mudança, e, é ai que me assusto, e me recolho e me convido há me retirar dessa fábrica fantástica do pensamento nobre, de linha de produção.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000000;">Vejo o caos aparente e, ninguém me dirá ser apenas uma visão do deserto, na sede que sinto no meu sentido humano. Parece-me que esse caos em vez de proporcionar o avanço do pensamento, reverte-se em reter o progresso humano, em uma suma hipocrisia de auto-sobrevivência. Alguns dizem estar buscando a mudança, e brota no corpo um desejo humano, eu observando esse que amaria se estivesse no ombro dos gigantes; &#8220;e os gigantes que digo, não são filósofos, é apenas o sentimento de responsabilidade com a sociedade na qual estamos delimitados.&#8221;. E se isso for filosófico&#8230; Acabo de reter meu texto. Já entendesse minha insana escrita, mais agora&#8230; Continuo, porque estais também na fabrica do pensamento!(?). Ah! Desculpa, me esqueci, todos reutilizamos conceitos a fim de resumir uma responsabilidade. Bom, é assim, o senso de mudança. (!).</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000000;">No sentido que acreditamos no pensamento reter-se numa proximidade dê consciência dos valores que constituem o convívio harmônico e indisciplinado no sentido de não haver um pensamento único, homofônico. E sim vários que se delimitam em consciência de saber à responsabilidade que o cabe dentro d&#8217;uma convivência evolutiva, no primor da existência, o humano. </span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000000;">Mais não, temos por fim que acreditar que à divindade é o pensamento, mesmo este sendo estático e improdutivo. Acreditamos que &#8220;pensar&#8221;, além de ter um senso comum de retenção&#8230; (adquiridos pelos filósofos). Fazemo-nos possuidores de capacidades de julgo, nas quais, esteja na crença que estiver, pensamos em ter divina luz, nas palavras e atos, e foi por este caminho que a justiça dos homens introduziu-se nas divindades, é agora estamos, tão próximos do êxtase e do nirvana, de Buda e Cristo, que o pensamento torna-se apenas uma fabrica de reformulações, sendo tão banal,&#8230;</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><em>Subtítulo</em></strong><strong>.  À mesma idéia vendida eternamente. Robôs que repetem conceitos, máquinas de produção sociocultural de uma identidade falida. Bem vindo; A F</strong></span><strong><span style="color:#000000;">abrica de Sobrevivência </span></strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sibyllinu.wordpress.com/220/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sibyllinu.wordpress.com/220/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sibyllinu.wordpress.com/220/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sibyllinu.wordpress.com/220/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sibyllinu.wordpress.com/220/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sibyllinu.wordpress.com/220/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sibyllinu.wordpress.com/220/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sibyllinu.wordpress.com/220/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sibyllinu.wordpress.com/220/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sibyllinu.wordpress.com/220/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sibyllinu.wordpress.com/220/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sibyllinu.wordpress.com/220/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sibyllinu.wordpress.com/220/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sibyllinu.wordpress.com/220/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sibyllinu.wordpress.com&amp;blog=4816824&amp;post=220&amp;subd=sibyllinu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O pensamento reversivo progressivo</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 17:09:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sibyllinu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Não terei o remédio e, não farei medicina na busca da morfina, caso me ataque o caos social. No que prevalecem os antídotos, em quê; por acreditarem contagiar-se na onipotência da pobreza de tão doença. Acabam em derramar as tintas e gastasse folhas e paciência em nome de tais idéias. Estas que prevalecem e bebem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sibyllinu.wordpress.com&amp;blog=4816824&amp;post=182&amp;subd=sibyllinu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><strong>Não terei o remédio e, não farei medicina na busca da morfina, caso me ataque o caos social. No que prevalecem os antídotos, em quê; por acreditarem contagiar-se na onipotência da pobreza de tão doença. Acabam em derramar as tintas e gastasse folhas e paciência em nome de tais idéias. Estas que prevalecem e bebem da própria desgraça humana. Já ao caos, não esquecemos que estes senhores, adultos, jovens e crianças com seus blogs intermináveis e, idéias plagiadas, solucionam o mundo, com veneras atitudes. Encontrar-nos-íamos ao logo das vias etéreas do humanismo, um absolutismo hierático, no qual se fez, com a moeda da qual o pagamos; A alienação do pensamento.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>        Quando me debruço sobre o jovem pensamento, muitas vezes sinto-me ridicularizado, pois que, além da matemática e do exemplar português com o qual proclamam; parece-me tão pobre e impregnada a fantasmagórica alusão ao caos social. Atormento meu pensamento, buscando entender donde chegam afins de tais idéias, onde será a fonte da juventude, rebeldia apostólica? Em suma acreditam na solução, por fim, acabam seguindo o metro, esse que desenvolveu tal capitalismo, será injuria minha; ó perdoem-me, falar assim! Falar que seguem o maior capitalismo já reverenciado, participaremos de genebra e, venderemos o pensamento.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>          Ando nas ruas, os santinhos dizem-me matematicamente &#8220;10.11.12-PLG&#8221;. No sinal me entregam, vejo os olhos de quem entrega e, entrego-me nos braços do desespero. Acompanha-me uma empolgada carona: &#8220;bonito ver a juventude assim, participante!&#8221;. Como é bonito sim! Ah, se fosse lindo, acho que sofreria do coração. Portanto, me sossego nos braços da inoperância e ignorância.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>         Achas que sou ridículo? Acreditas que melhor sejam elas lá, jovens, crianças e adultos, do que nos cá, rebeldes sem causa de um manifesto silencioso.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>         Antes de pressupor sua capacidade no julgo que estais em germinar; espere, e se acabar por declinar-me sobre as linhas de tais erros, me &#8211; equivoco pedindo desculpa. Se, essas palavras não fazem sinal no &#8220;transito&#8221;, e não lhes entrega os santinhos &#8220;matematicamente&#8221;, agarrando firmemente uma &#8220;bandeira&#8221;. Não lavrarei a honra da cidadania lavrada nos sinais de transito. Entrego-lhes um pesar, donde nasce e germinam pobres e inclementes injurias sobre a democracia; está que se estivesse sobre o alicerce do pensamento congênere da espécie, jovem partidários não estariam apenas a ler e repensar de forma banalizada, plagiando nos discursos nobres, a honra, dando se quer um significa social, ao caos.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>          Segue em desarmonia o pensamento uniforme. Toda mudança que ocorre, ocorre dentro da legislação, ou à legislação acaba por tê-la que sucumba. Em vezes ouvimos tais pensamentos e se, quisermos mudar, teríamos que entrar de forma catedrática na formalizada rebeldia, estabelecida há anos, e já algumas vezes caduca.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>         A tempestade ronda meu pensamento. Acreditando na tecnologia e nos avanços científicos, é quase que imprudente não perceber a falta de interesse e verdadeiramente a conscientização da responsabilidade humana de convivência; (convívio social ou expurgo social? &#8220;não é justo e nem digno deixar esse pensamento fora do limite dos parentes&#8221;). Quando dissemos que, uma sociedade ou iremos banalizar o conceito de social, dizendo, convívio do expurgo social e da hipocrisia e distorção da moral. Fazem moradia na rebeldia juvenil e pré-adulta, fosse estabelecida unicamente sobre a ambigüidade do auxilio na construção d&#8217;uma nação, quem sabe nós não teríamos que enfatizar a ambigüidade do pensamento humano, pois, além do quê prejulgam sem saber julgar, se, essa atitude impulsiona-se jovens e adultos numa rebeldia silenciosa, quem sabe nós, não teríamos a energia necessária no fundo do pátio. Num motor, num grande invento, numa realidade concreta de solucionar as limitações de um sistema.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>         Sistema capitalista, batido e rebatido, que acaba absorvendo todos os &#8220;rebeldes jovens e adultos e também a velhice&#8221;; pois que, estipularam a partir de uma convicção de mudar o &#8220;sistema (capitalista)&#8221; criando assim, senão, uma forma razoável de passar a vida, e nos conflitos políticos e ideológicos, acalentar o eco pessoal. Portanto, acredito que se quisermos, ou tivermos o pulso revolucionário em que pulsa apenas a coerência e racionalização das atitudes, estaríamos buscando livros, criando formas, desenvolvendo tecnologia com as primordiais informações do capitalismo. Utilizando de um sistema carrasco à liberdade d&#8217;uma nação que anseia ter dignidade.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>         Desculpem essas palavras, sobre a reforma de um sistema onde o cidadão tem a responsabilidade da criação d&#8217;uma tecnologia, e a sua difusão no meio e na realidade social de uma nação. Provoca o enlouquecimento de alguns, que acreditam que as mudanças só podem ocorrer se estiverem na rebeldia ideológica nas garras da política. Sendo na pratica e na moral humana, à verdadeira face desse sistema que carrega muito mais uma necessidade existencial do que política &#8220;me pergunto se sabem o que é política?&#8221; (e se fizerem uma exclamação; recolho meu pensamento e me resumo, e anseio em ver na atitude dessa exclamação; apresentando-se ao seu convívio social, sem que esteja pré-estabelecida sobre os pilares da revolução &#8220;ideológica&#8221;).</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>        Rebeldes, se rebeldia fosse sinônimo de genialidade ou de conscientização, estaremos hoje vivenciando o éden dos pensamentos. Porém, estamos sim, vivenciando uma decadência humana de valores, e não é moralismo de minha parte. E sim, o vulgo reflexo dos mais diferentes mecanismos que comportam o sistema e a maquina. Portanto, se sua rebeldia estivesse fora dos nobres discursos, &#8220;socialismo&#8221; &#8220;comunismo&#8221; &#8220;capitalismo&#8221;. Quem sabe poderias estar desenvolvendo, aprimorando em sua garagem, pátio, uma participação importante de um apoio moral, a quem estiver de fato a desenvolver uma tecnologia. Na qual irá ser ensinada e banalizada a todos que constituem essa nação &#8220;brasil&#8221; (letra minúscula SIM não acho que é merecedor de maiúscula. Já que está seria digna se estivesse de fato acontecendo).</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>        &#8221;se faz necessário expor um pensamento; a hipocrisia é tanta, que acho que já pensaram assim; Ah, mais se o povo não tem comida pra comer, imagina para criar tecnologia.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>        Obviamente que não me dirijo ao menos desfavorecido, e sim aos que deveriam ter senso de moral e de humanismo. Que estão dentro de faculdades, colégios, que podem buscar informação e se utilizar do lado humano na dedicação de tão grande bem feitoria a nossa nação, em vez de se esconder atrás de reformulações das quais, já cansamos de ouvir e de ver a hipocrisia humana exposta como sabedoria; desculpe, farei minha hipocrisia também; &#8220;Ó ser humano, dotado de saber e de questões tão profundas que sua sabedoria ultrapassa o limite de sua existência, beirando o extraordinário do ridículo.&#8221;.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>         Continuamos&#8230; Meu pensamento se curva e não posso negar o meu pensamento. Minha moradia abstrata em metáforas. E o que dizem, e dizem que metáforas são apenas metáforas, seja assim então, mais uma metáfora! Acompanho o jovem pensamento, quando percebe este &#8220;sistema capitalista&#8221;, já possuidor de certa &#8220;maturidade&#8221; (responsabilidade social em sentido trabalhista, participar de um sistema que até poucas horas e dias, rebatia e por consumo como um viciado, injetava-se no sistema produzindo o reflexo da ignorância, expondo uma contradição natural de sua idade (dizem os mais velhos, já acostumados em viver em suma hipocrisia, e tão baixa responsabilidade humana, consigo mesmo. Apertando-se e exprimindo-se de todos os lados, os prazeres que possam suprir muitas necessidades ideológicas morais e humanas). O jovem presencia muitas vezes o que irá repetir, e por muitas vezes se defenderá com as mesmas palavras de velhos, caducos e inoperantes seres pensantes. Seguem alguns exemplos: &#8220;O político é corrupto&#8221; mais &#8220;Teremos outra saída!&#8221;, &#8220;Temos que acreditar que pode mudar&#8221;, portanto &#8220;acreditamos&#8221; sigamos &#8220;Vote no menos pior&#8221; temos que saber escolher &#8220;Político é tudo igual&#8221;&#8230; Aos vinte poucos anos, já perderam a vigorosa rebeldia, quê; em pensamento coerente, nesse momento era pra estar madura, mais agora está corrompida, idéias do capitalismo, ou mesmo idéias de berços, estipulam no jovem, os quais, o meio de tais falhas, e todo esse artigo na sua essência, se perde, porque agora se faz necessária a participação no consumo e na censura de caírem nas questões ideológicas e políticas, dando apenas um sentido ao eco pessoal na pobreza espiritual e humanista.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>         Termino dessa necrópole: Posso fazer minha parte, cuidar o local na qual hábito. Lixo na lixeira, lição de cidadania. &#8220;Um povo constrói uma nação, quando à nação sabe suas responsabilidades e seus deveres de cidadão. Essas que não são responsabilidade de convivência e higienização, e sim, responsabilidade social e moral, que deveria ser refletida na banalizada atitude de higiene.&#8221;. Thiago Cantarelli.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>         O que expus, não é punição ao jovem, nem mesmo a definitiva pobreza de espírito, mais sim, gostaria que, por meios do pensamento, discordasses de mim, chame-me de burro e hipócrita, idiota das letras e porque não analfabeto do mundo! Julgue-me; Mas lhe peço que faças isso sozinho.</strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sibyllinu.wordpress.com/182/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sibyllinu.wordpress.com/182/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sibyllinu.wordpress.com/182/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sibyllinu.wordpress.com/182/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sibyllinu.wordpress.com/182/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sibyllinu.wordpress.com/182/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sibyllinu.wordpress.com/182/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sibyllinu.wordpress.com/182/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sibyllinu.wordpress.com/182/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sibyllinu.wordpress.com/182/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sibyllinu.wordpress.com/182/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sibyllinu.wordpress.com/182/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sibyllinu.wordpress.com/182/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sibyllinu.wordpress.com/182/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sibyllinu.wordpress.com&amp;blog=4816824&amp;post=182&amp;subd=sibyllinu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>³Artigo. O pensamento &#8216;positivo&#8217;; pensandUPoín</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 01:09:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sibyllinu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário deixado no blog: HTTP://pensepeloladopositivo.wordpress.com                Interessante. Porém, penso; &#8220;não podemos apenas pensar positivo.&#8221;. Temos que ter conscientização do que estamos pensandU. E isso não faz parte da moradia dos extremos, &#8220;positivo (positivismo) nem do negativo (negativismo)&#8221;, é apenas a racionalização do saber. E se as ciências ainda não debruçaram a partícula que ainda estão [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sibyllinu.wordpress.com&amp;blog=4816824&amp;post=154&amp;subd=sibyllinu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"></span></span></div>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;">Comentário deixado no blog: HTTP://pensepeloladopositivo.wordpress.com</span></strong><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;">               Interessante. Porém, penso; &#8220;não podemos apenas pensar positivo.&#8221;. Temos que ter conscientização do que estamos pensandU. E isso não faz parte da moradia dos extremos, &#8220;positivo (positivismo) nem do negativo (negativismo)&#8221;, é apenas a racionalização do saber. E se as ciências ainda não debruçaram a partícula que ainda estão cobertas pelo véu, &#8220;acredito&#8221;, portanto; assim como as crenças subjugam valores a partir das interpretações cabíveis a cada cidadão. Sendo quê; não irás discordar de mim, &#8220;acredito&#8221;. Porém, sigo meu pensamento, a todos os cidadãos, os limite do que sente e do que vivencia, certo?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;">Se concordares, estarás concordando que, todas as interpretações fazem moradia no próprio véu que circunda a face humana, &#8220;cidadão este que interpreta &#8220;leis&#8221;. Ou que desenvolve conceitos sobre estéticas que ainda não foram desvendadas.&#8221;. Assim, o pensamento desse cidadão, também poderá se sucumbir às descobertas de novas e novas formas &#8220;conceito, idéias, valores,&#8230;&#8221;, até então abstratos em sua mente. Hoje nos acostumamos a viver de forma &#8220;palavras vazias&#8221;, (repetições do não entendimento). Seria falar que o positivismo é obviamente uma vertente clara?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;">Acredito que sim, mais, se não estiver fazendo moradia na racionalidade e conscientização da própria existência, este não terá valor nenhum.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;">Thiago cantarelli. &#8220;Irei me aprofundar sobre esse assunto em breve&#8221; </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;">            Existem coisas para serem escritas. Melhor reformar o pensamento desse parágrafo. Existem coisas das quais preciso expressar, não como uma libertação, porque no sentido contrario da prisão, o pensamento me libertou de mim mesmo e dessa maldição do século. (subjuguem, &#8220;maldição&#8221; e terás a virtude do pensamento, ou a derrota da desilusão de fácil assimilação entre os caminhos do puritanismo).</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
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		<title>¹Artigo. Carta de visita; pensandUPoín</title>
		<link>http://sibyllinu.wordpress.com/2008/09/16/pensandupoin/</link>
		<comments>http://sibyllinu.wordpress.com/2008/09/16/pensandupoin/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 21:30:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sibyllinu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[SIP.RG:Poeta PensandUPoín                 Não. É a razão da negação de tudo que poderia ser divindade. Se eu não me prostituísse andando nos caminhos do inconsciente, rompendo com as ninfas, desfrutando o vestido, a beleza, o visual. Numa estética planejada em pensar, se tudo é plano, reverenciaremos o pleno plano individual da nossa existência: pensandUPoín. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sibyllinu.wordpress.com&amp;blog=4816824&amp;post=71&amp;subd=sibyllinu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong><span style="color:black;">SIP.RG:Poeta</span></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong><span style="color:black;">PensandUPoín</span></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">       </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">         Não. É a razão da negação de tudo que poderia ser divindade. Se eu não me prostituísse andando nos caminhos do inconsciente, rompendo com as ninfas, desfrutando o vestido, a beleza, o visual. Numa estética planejada em pensar, se tudo é plano, reverenciaremos o pleno plano individual da nossa existência: pensandUPoín.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Em algum momento acreditas que irás me compreender&#8230; Desfalecem nossas razões, porque aqui está à ruptura da virgindade dessas sinceras folhas, expressando nas folhas virgens, uma virtude prostituída. Por quão boa seja uma vontade, ela é em si, uma vontade absoluta. Pertence apenas a você, ninguém quer que você relacione palavras, nem que as revele. Mais são nas virtudes da cumplicidade que leitores se deparam com nossas palavras, palavras do poeta, do poét, o âmago. Assim, pelas mesmas razões com as quais às prostituímos &#8220;Moribundos do Mundo&#8221; Entrego a nós, à pureza de um vício, e sem lamentações, iremos romper, fazer sangrar d’uma pureza virginal, uma túrgida epigrafe, assim que, começarmos a&#8230; </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">bem vindo!</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Os Deuses podem desfrutar de nossa capacidade de inoperância em ter fé. Mas, nós pudemos desfrutar do real delírio da vida, sem ter a capacidade de fé. Puséssemos em coro, numa canção de litúrgica lírica a soar. Os corações humildes encantam-nos em chorar, à virtude que poucos haverão de conquistar.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Diário de um menino</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">        menino homem.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Assim, portanto, esse &#8220;Blog&#8221; não foge da estética estabelecida nem irá curvasse diante das inovações. Ser mórbido na sua essência, assim como velhos paradigmas de uma absoluta existência [...] Equivalesse conhecimento a sabedoria, façamo-nos a partir de agora, uma profunda exigência ao autor dessa necrópole da vida; não irão transcorrer as palavras, como não irás cortar os pulsos, quando o sangue puro da pureza escorrer sobre o sangue impuro dos santos sudários. E, se nas folhas que sangrará o impuro sangue do pensamento humano, nós úmbrios de sangue puro, demônios dessa congênere cipreste, dolência sacramento.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Começamos&#8230;</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">No quê pré-julga me conhecer, digo-lhe; Não. Não pense que mora comigo o vício das palavras inquietas de valores mórbidos, às quais debruço a maioria dos meus textos. Não pré-julgas insanidade o ato de pensar, e se assim concordares, perceberás friamente um desejo Olímpico de transparecer uma Idéia. E, enfim podemos dizer, nos longos anos existências buscamos expressar muito mais que uma(s) idéia(s). Acreditando como acreditamos, quê pode-se refletir num saber quê só delimitar-se toda fez quando delimitamos nossa capacidade de pensar, enfim, tornamo-nos produtos de um saber estatuário, com a mesma severidade da qual julgamos.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;">Quando às cobertas aprisionam minha alma em querer voar,</span></strong><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;">Revolto mar de pensamentos,</span></strong><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;">Causo rupturas, lençóis macios do berço humano.</span></strong><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;">Nas razões das quais aumentasse os problemas psicológicos de uma submissão ao desejo da vida. Agradeço principalmente aos autos, de um processo que ajudam a declinar. O ser humano não é capaz de entender-se por si mesmo, nisso até me conforto em saber que escreves bem. Mas, porém, a partir da qual nossa existência se divide e se multiplica, equivoco-me em acreditar que é necessária a alienação do ser espécie (?); o pensamento humano se estabeleceu por conseguir viver, mais vinte e quatro horas, e aqui cabe uma objetividade; não é necessário quê mostremos ou que escrevemos de forma banalizada uma felicidade, alegria e tão pouco o desejo de sentir-se vivo. Cabe ao quê declinasse sobre as palavras tentando de forma absoluta e porquanto absurda. Demonstrar o que não pode, se possuir tais, evidentemente escreveria de outra forma, aos quais, e pelas razões de acreditar no ser humano como espécie, e na capacidade metafísica do espírito, usaria da não banalização do verbo, porque o caberia a primeira das primordiais responsabilidades.</span></strong><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:7.5pt;color:black;font-family:Arial;"> </span></strong><span style="font-size:small;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;">&#8220;conscientização do ser em plenitude.&#8221;.</span></strong><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/sibyllinu.wordpress.com/71/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/sibyllinu.wordpress.com/71/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sibyllinu.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sibyllinu.wordpress.com/71/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sibyllinu.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sibyllinu.wordpress.com/71/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sibyllinu.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sibyllinu.wordpress.com/71/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sibyllinu.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sibyllinu.wordpress.com/71/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sibyllinu.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sibyllinu.wordpress.com/71/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sibyllinu.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sibyllinu.wordpress.com/71/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sibyllinu.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sibyllinu.wordpress.com/71/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sibyllinu.wordpress.com&amp;blog=4816824&amp;post=71&amp;subd=sibyllinu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>²Artigo. Verso na reflexão da escrita.</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 21:12:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sibyllinu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[SIP.RG:Poeta Refletir. [Escritores]              Fico do lado oposto da carruagem, as palavras hoje me parecem ter se estabelecido sobre as carências humanas, refletir é, porém, a única palavra que resumiria os principais artigos da internet, por mais que procures algo que possamo-nos refletir, encontremos duas órbitas; o mundo individual da existência, tendo uma ambigüidade de observar [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sibyllinu.wordpress.com&amp;blog=4816824&amp;post=69&amp;subd=sibyllinu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0 -232.05pt 0 0;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong><span style="font-size:9pt;color:black;">SIP.RG:Poeta</span></strong><span style="color:black;"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 10.95pt 0 0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Refletir. [Escritores]</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 10.95pt 0 0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">             Fico do lado oposto da carruagem, as palavras hoje me parecem ter se estabelecido sobre as carências humanas, refletir é, porém, a única palavra que resumiria os principais artigos da internet, por mais que procures algo que possamo-nos refletir, encontremos duas órbitas; o mundo individual da existência, tendo uma ambigüidade de observar o mundo a partir do umbigo que religasse ao ventre da mãe. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0 10.95pt 0 0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Se acreditarmos que conseguiremos entender, ou apenas refletir sobre algo, em vista da ambigüidade existencial que procuramos, estará antes de procurarmos, já estabelecido a ambigüidade, e é, portando que o pensamento humano se depara com a fé, sendo que, a fé é o ventre que mais o aproxima da mãe.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 10.95pt 0 0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">[...] Julgares severamente o que escrevo. Porque irás acreditar que refletir é o único caminho a seguir! E contigo a verdade mora! Nesse túmulo existencial da qual nos encontramos.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 10.95pt 0 0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">            Mais o que eu pretendo disser quando me refiro a &#8216;Refletir&#8217; é exatamente; Acredito que hoje se estabeleceu uma necessidade desprovida da falta de entendimento; e tornando o ato reflexivo, simples metáfora da incapacidade de promover-se conhecimento com causa e efeito, portanto, assim hoje encontramos com certa displicência homologada, fantasmagóricas formas de refletir, mais que sua nascente não pertence ao ato supremo do pensamento; já que os caminhos que vertem, é de pouca aceitação sobre os rebuscados saberes humanos.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 10.95pt 0 0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">            O pensamento imaturo não é errado, escrever o que achamos de certo é virtude. Mais nem, portanto, devemos estabelecer como saber o que nos delimitamos em escrever,&#8230; Aqui referencia aos textos e aos livros que determinam em palavras de julgo de fácil assimilação&#8230; [O amor que vem é o mesmo que recebes] Esse trecho ou recorte se preferirem. Pode definir por si só, uma ilusão; Pensais que faz referencia em que o leitor, “espécie humana” com conflitos permanecestes de existência, razão e atitude,&#8230; Varia em poder delimitar-se observador de tão grande virtude de doação, já que constituem o amor que recebe a virtude de sua existência. Portanto, adquirimos com essa simples assimilação um fronte de auto despudor, achamo-nos que devemos ter amor, criasse no inconsciente uma forçosa e desinibida atitude que não está nos pilares do saber, da reflexão; porque está se estabelece, e penso que irás concordar comigo, nos caminhos do entendimento. E não se produz a partir do alicerce da construção humana de auto sobrevivência, assim, portanto, declinasse sobre as veias impuras da imaturidade, escrevendo apenas regras e dito saber, se bem que esse saber repete-se aos milhões de escritores que descobriram a verdade, já que a verdade é o ventre da mãe que mais os aproxima das ambigüidades.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 10.95pt 0 0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">            Não faça julgo errôneo antes de prestastes em raciocínio comigo.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 10.95pt 0 0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">            Quando me refiro em inconsciente e logo debruço em forçoso, é, e não negarás por olhos hás de haver, e cegos a sentir, o desconforto humano da sociedade e de tais saberes que hoje manipulam as massas. E se pensares que uma criança vai até a escola pra haver formação da qual pertence antes de saber o futuro profissional ao qual irá exercer.  Não há preparação humana, por que o consumo do saber banalizado das felizonas palavras de conhecimento, que promovem e proclamam livros que determinasse aos conflitos humanos de fácil assimilação, o mais recente é; O SEGREDO, que segredo não há. A partir que o mundo foi criado [não entrarei no principio da existência do mundo] os milhões de anos vêem a provar que já se sabia da força do pensamento [não farei especificações, e sim, abrangerei a todas as formas de crença, tendo entre elas a da negação].</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 10.95pt 0 0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">            A força do pensamento que se ligava com os Deuses, a fé ou o saber, já na essência era ciência, e quando cometem sacrifício animal em oferendas, o sangue é orgânico e constituem-se células vivas, então de alguma forma existe já nessa crendice o principio cientifico, não da existência de um Deus [por um minuto, peço lhes que esqueças esse conflito] a razão é que Deus é explicado quando explicamos nossa existência. Portanto se, existimos e estamos temporariamente em matéria orgânica, somos parte do ectoplasma de alguma matéria desconhecida, reverenciamos a energia da aura que circunda nosso corpo e logo está ligada com a energia universal; pura dedução!</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 10.95pt 0 0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">            Epigrafe que deslumbra o mundo, inicio fácil assimilação de saber nebuloso. Palavras repetidas e vidas sendo vencidas. Médicos proclamam “não” aos medicamentos, façamos exercício regulamente e nos alimentamos com disciplina; uma vida saudável! Acontece que regulamente somos entupidos de saber que se referem exatamente ao que estamos nos tornando, consumidores de fácil adpidão. Livros de cabeceira que nos dizem exatamente o que fazer, ou no quer crer, e nossa capacidade é por que não disser; Nossa única virtude; o pensamento extingue aos poucos, em cada palavra que encontramos em livros que não nos impulsiona a pensar, e determina-se em apenas ensinar-te a agir corretamente; seres cá nós bonecos?</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0 10.95pt 0 0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Escritos servem pra que nos impulsione em direção do pensamento, não de seus próprios pensamentos, mas da busca individual de cada um, palavras não são portos que atracam navios, e sim ventos que mudam de direções provocando túrgidas e nebulosas mudanças; nossa mente hás de ser navio, e acreditar no rumo que traçou em direção de uma bússola própria, em busca do que acredita navegar.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0 10.95pt 0 0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Agora indo pro fim, penso que concordam comigo, porque não haverás de ser cego, surdo e mudo! Que o saber banalizado [Exemplo; o segredo e outros tantos e porque não disser de “religiões” também] Causa uma cegueira que só irá causar problemas com o amadurecimento do saber, da busca pelo saber, já que milhões de pessoas estão alienando-se quando acabam por consumir linhas rítmicas de sons sonoro, de sons mudo. Pensais neles por um momento, e chegaras à conclusão que de, se por virtude da vida pudessem desfrutar da capacidade de pensamentos que a todos é inerente, imaginas as belezas e raras virtudes que não iríamos encontrar. [“Mais a vida tem ritmo e, é assim”, Achas que concordo com a frase que está entre aspas, me perdoe mais não é necessário trair a própria existência em nome de existir].</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0 10.95pt 0 0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#993366;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Deixe seu comentário! Pois é importante, se julgas insano o que estais a ler, eu não te farei objeções frias. Respeito o que tens por verdade, e somos cúmplices das palavras inversas d’um mundo caduco.</span></span></strong><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"></span></strong></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/sibyllinu.wordpress.com/69/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/sibyllinu.wordpress.com/69/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sibyllinu.wordpress.com/69/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sibyllinu.wordpress.com/69/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sibyllinu.wordpress.com/69/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sibyllinu.wordpress.com/69/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sibyllinu.wordpress.com/69/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sibyllinu.wordpress.com/69/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sibyllinu.wordpress.com/69/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sibyllinu.wordpress.com/69/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sibyllinu.wordpress.com/69/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sibyllinu.wordpress.com/69/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sibyllinu.wordpress.com/69/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sibyllinu.wordpress.com/69/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sibyllinu.wordpress.com/69/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sibyllinu.wordpress.com/69/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sibyllinu.wordpress.com&amp;blog=4816824&amp;post=69&amp;subd=sibyllinu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">sibyllinu</media:title>
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	</item>
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		<title>versos e dedicatórias</title>
		<link>http://sibyllinu.wordpress.com/2008/09/16/versos/</link>
		<comments>http://sibyllinu.wordpress.com/2008/09/16/versos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 00:39:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sibyllinu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[“A vida se desenrola, Nas reciclagens da tortura, Do impuro desejo, uma divina tortura”   “Por quais razões nascemos… Se nos versos desfalecem nossa máscara, De sangue ígneo vertessem os desejos do ser, Imortalidade prostituída nas palavras”   “Palavras se distorcem d’uma insana pureza, Palavras de sangue, um desejo verdadeiro, Raio de luz, sol escuridão, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sibyllinu.wordpress.com&amp;blog=4816824&amp;post=57&amp;subd=sibyllinu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">“A vida se desenrola,<br />
Nas reciclagens da tortura,<br />
Do impuro desejo, uma divina tortura”</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">“Por quais razões nascemos…<br />
Se nos versos desfalecem nossa máscara,<br />
De sangue ígneo vertessem os desejos do ser,<br />
Imortalidade prostituída nas palavras”</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">“Palavras se distorcem d’uma insana pureza,<br />
Palavras de sangue, um desejo verdadeiro,<br />
Raio de luz, sol escuridão,<br />
Vamos além, âmago humano, de reino perdido”</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">“Berço da água ardente, taciturno poeta minguante a executar,</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Caricia envolto ao brio úmbrio a revoar!</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Ímpeto da alvorada austera pureza de ninar”</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;">¹“</span></strong><strong><span style="color:black;font-family:Arial;">Negras vírgulas do pensamento absoluto</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Morte extenuação sem exclamação no ponto</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Pontua nos pontos ás vírgulas em que a extenuação é pontuação</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Vírgula vergasse nas problemáticas pontuações</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">²Do quente corpo gramática </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Gastam-se vírgulas em pontuações despontam exclamação cipreste no ponto</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Querendo rarear lascivo frasco humano</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Da verbalização os problemas com a pontuação na vírgula</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Ruptura das epopéias no ponto a exclamação e nas virtudes do gramático o pobre artista das letras no ponto</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Luxuria que procura beber e desfigurar em todos os dedos as pontuações de clemência ao ponto</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">³Reticência segue nas injunção das palavras </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">provoca vírgula e articulam paragem e portanto vírgula rompida</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Negras vírgulas do pensamento absoluto</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Extenuação na exclamação PP ponto pontua a todo ponto uma pontuação</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">A vírgula vergasse nas problematização o quente corpo gramático </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Pontua e despontua a cipreste exclamação!<span>”</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">¹“Vem brincar no fanatismo do mundo, a liberdade rompida,</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Desfrutar de uma juventude, cruzar ás belezas formosas, </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Acreditando na exuberância da vida!</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">²Romper em três os moralistas, de quadro cavar nosso túmulo,</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Às flores do jardim o éden, novas capitais de um mundo novo, </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Agora no quarto aquém fazemo-nos abrigo,</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">O pudor prensado! Romper com ás flores odoríficas do éden, </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Virgindade despudor carnal da vida!</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">³Filmagem real de uma juventude pré-matura, avançam-nos prazer,</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Numa noite quase tudo acontece, nas noites tudo irá acontecer,</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Preceitos raros da vanguarda, raros preceitos de hoje em dia,</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Transviaremos os sepulcros, e por de trás, atrás, reinventaremos a vida,</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Maças pobres do éden!”</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">“(Amizade) </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">[escrevi p/Andréia. dep. de Orkut.] </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Reverenciando o que me escreveu </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Poema:</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Fico sem palavras!</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Nas palavras que proclamastes,</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Faço minhas honrarias,</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Em teu nome, peço-lhe amizade,</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Do teu ombro, e da tua beleza,</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Faço minha poesia,</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">E do timbre reverencio nossa amizade.”</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">  </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">“(p/Andréia)  </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">No meio das canções o passo acelerado,<br />
E o ruído da cidade!</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Adormeço quando leio,<br />
Nas capitais de um novo,<br />
Adormeço toda vez, quando os amigos já se foram,<br />
Pouco a pouco, a poesia se isolando,<br />
No jardim, no parque no bar, na alma humana. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Também vou abrir a porta,<br />
Um instante. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">beijo.”</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#993366;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Deixe seu comentário! Pois é importante, se julgas insano o que estais a ler, eu não te farei objeções frias. Respeito o que tens por verdade, e somos cúmplices das palavras inversas d’um mundo caduco.</span></span></strong><strong><span style="color:black;font-family:Arial;"></span></strong></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/sibyllinu.wordpress.com/57/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/sibyllinu.wordpress.com/57/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sibyllinu.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sibyllinu.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sibyllinu.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sibyllinu.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sibyllinu.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sibyllinu.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sibyllinu.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sibyllinu.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sibyllinu.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sibyllinu.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sibyllinu.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sibyllinu.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sibyllinu.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sibyllinu.wordpress.com/57/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sibyllinu.wordpress.com&amp;blog=4816824&amp;post=57&amp;subd=sibyllinu&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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